sábado, 2 de janeiro de 2010

Chorou

Chorou na senzala o negro

Chorou

Coração apertado
O negro chorou de dor
O negro humilhado
No canto acorrentado
O negro é valente mas chorou
Na senzala acuado
No canto desprezado
Quando o chicote estalou
Guerreiro escravizado
Por ser desrespeitado
Mas depois se libertou

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